terça-feira, 21 de março de 2017

Filhos e Amigos sem filhos...será incompatível?

Esta pergunta é genuinamente honesta. Não sei se é compatível.
Os poucos amigos (e gosto de pensar bons) que temos não têm filhos. E nós tivemos. E houve um afastamento. Não sei se apenas e só provocado pela clara mudança na nossa vida ou se haverá outro motivo.
Será que a amizade nunca foi forte o suficiente?
O afastamento já existia mas nós não percebemos?
Os "amigos" gostavam mais de nós quando éramos só dois? 
Nunca fomos verdadeiramente amigos? 
Não sei. Não sei bem o que pensar disto. Às vezes prefiro não pensar. Mas quando acontece algo muito bom e esperas que os "amigos" partilhem da tua felicidade e eles nada dizem ou fazem...ficas na dúvida se de facto estará a passar-se algo.
Já estive do outro lado. Já perdi amigos que tiveram filhos. Mas achei que já os tinha perdido antes de virem os filhos e então não percebi se uma coisa estava relacionada com a outra.
Qual é a vossa experiência? Os vossos amigos afastaram-se assim que nasceu o bebé? Novos amigos surgiram? Antigos amigos voltaram?
Eu não sinto que tenha mudado muito. Sou a mesma pessoa. Tenho menos tempo? Tenho. Menos disponibilidade para patuscadas e conversas pela noite dentro? Também. Mas sou a mesma pessoa.
E esta problemática intriga-me e gostava de saber a vossa experiência com este fenómeno. Se é que é um fenómeno.
Ou então é tão normal que ninguém fala disso. Será?

segunda-feira, 20 de março de 2017

Os primeiros 12 meses

Os primeiros 12 meses com o meu bebé passaram a correr!
Sinto como se tivesse sido ontem que estava na sala de partos, estranhamente calma, com o meu marido ao lado e à espera que chegasse finalmente o momento de conhecermos o nosso bebé :)
E quando chegou o momento foi maravilhoso. Foi tudo o que queria para nós.
E nestes dias, passado 12 meses, penso que incrível viagem que nós fizemos. Os três. Sem qualquer experiência lá nos lançamos para este que seria o maior desafio da nossa vida. Aquele em que não queríamos nem podíamos falhar. O nosso pequenino dependia de nós para tudo e nós queríamos estar ali a 100% para ele. E estivemos. E estamos.
Foi um ano de muitos altos, alguns baixos, mas sobretudo de um saldo para lá de positivo. Um saldo tão positivo que acho que rebenta a escala. Houve lágrimas, cansaço, dúvidas, risos, muita aprendizagem, crescimento e também muito muito amor. A felicidade agora quase pode ser explicada. Digo quase porque é algo que é muito mais sentir do que explicar. Mas agora sentimos de outra forma.
Como casal também crescemos, aprendemos um com o outro e no meio do cansaço e da vontade de fazer tudo bem, conseguimos não nos esquecer um do outro. Juntos para o nosso menino somos ainda melhores.
Que venham mais outros tantos meses. Anos. Uma vida. Cá estaremos meu pequeno grande amor para te dar tudo de nós. 

segunda-feira, 13 de março de 2017

Luísa Barbosa da Rádio Comercial

Ora eu não tenho nada contra a Luísa Barbosa mas hoje quando ia na minha pequena viagem até ao trabalho, como sempre, ia a ouvir a rádio comercial. E estranhei quando só ouvi vozes femininas, tirando claro a voz do nosso Ricardo Araújo Pereira.
Mas estranhei as vozes pois nada do Pedro Ribeiro ou do Vasco Palmeirim.
Pelo que percebi a ausência do Pedro devia-se ao facto da sua bebé ter nascido (parabéns aos papás!!) e o Vasco estava a caminho.
Pois bem, mas isto tudo para dizer que não gostei das meninas lá sozinhas...estava a luísa e outra voz que não reconheci (se alguém souber por favor diga-me quem era). E não gostei porquê? Porque não percebi qual das duas estava à frente da emissão. Atropelavam-se uma à outra. Ora uma dizia a publicidade ora dizia o trânsito ora o tempo. Enfim era uma confusão :/ E a Luísa, no meu entender, mostrou que não está nada preparada para ficar sozinha. Gostei até mais da outra menina, que para além de ter uma voz espectacular, parecia estar muito mais à vontade.
Lembrei-me de um post que fiz sobre o Vasco Palmeirim quando ele ficou sozinho na rádio (aqui) e que na altura achei que ele esteve muito bem. Hoje em dia acho que o Vasco sozinho fazia a emissão com uma perna às costas e a cantar! :)

Ps: Antes de eu deixar de ouvir a emissão já o Vasco tinha chegado e salvou as meninas. Boa Vasco!

sexta-feira, 10 de março de 2017

"He's Just Not That Into You" que filme do caraças!

O filme "He's Just Not That Into You" é um filme de 2009 mas esta imensamente atual. Eu diria até que é daqueles filmes intemporais, porque o fundo das relações continua o mesmo, os mesmos receios, dúvidas, esperanças e enganos que ainda se vivem nos dias de hoje.
Ontem revi este filme e mais uma vez adorei. E até chorei! Numa das últimas cenas do Ben Affleck com a Jennifer Aniston (quem já viu sabe perfeitamente do que estou a falar :)) e quem não viu tem de ver! Chorei porque é verdadeiramente bonito, emocionante e tão aquilo que as relações devem ser, que não deu para evitar uma lagrimazita de emoção.
Neste filme, como em outros do género, encontramos vários casais, cada um a atravessar uma fase diferente da relação. Temos encontros falhados, falsas esperanças, traição, novas paixões, amizade colorida ou amizade "interesseira" por assim dizer. Enfim encontra-se mesmo de tudo neste filme. Quem não conhece faça lá o favor de ver porque não se vai arrepender ;)
E ainda leva com umas 2h deste elenco:
Jennifer Aniston
Ben Affleck
Bradley Cooper
Scarlett Johansson
Drew Barrymore
Jennifer Connelly
Entre outros.

É mesmo a não perder :)

terça-feira, 7 de março de 2017

Amamentação - a minha experiência

Sei que este pode ser um assunto polémico.
Existem várias opiniões acerca da amamentação, se se deve ou não amamentar, se faz diferença para o bebé, se sim por quanto tempo se deve fazer...enfim há opiniões para todas as hipóteses, inclusive os próprios médicos também se dividem.
Mas este post não é sobre polémicas, é apenas sobre a minha experiência e a forma como consegui não desistir quando a coisa parecia que não se ia dar.
Eu sempre quis amamentar. Li alguns livros onde falava sobre assunto e sentia que de certa forma estava preparada para quando chegasse o dia.
Mas quando chegou deparei-me logo com a primeira dificuldade. O meu bebé não sabia mamar. Penso que é normal, mas eu achava que os bebés já sabiam todos como fazer, os chamados reflexos que eles já trazem. O meu pequenino tentava mas demorava imenso a conseguir fazer a chamada pega. Quando conseguia fazia a sucção na perfeição mas até conseguir era o cabo dos trabalhos. Eu já me imaginava em casa a demorar horas até conseguir alimentar o meu bebé , que entretanto ficava roxo de fome. Mas não foi assim que aconteceu.
No segundo dia, ainda no hospital, (que pareceu uma eternidade porque um só dia tem milhentos momentos para amamentar :) parecia que só fazia isso) o meu bebé já pegava mais rápido e começou a ser fácil e natural. E eu contente da vida.
Estava pronta para ir para casa e começar a aventura. Mas lembrei-me de perguntar a uma enfermeira, antes de ir embora, mas e como é que funciona a subida do leite? Ou descida do leite, há quem diga das duas formas. E há quem tenha ainda no hospital mas eu não sentia nada. E tinha receio de não saber se estava a acontecer ou não.
A enfermeira (que foi um amor e adorei que ela tivesse "perdido" aqueles minutos preciosos connosco) disse-me logo: mamã não tenha receios mas a subida do leite é a parte menos bonita da amamentação. Tem de ter paciência, preseverança e acima de tudo não desistir. E eu pensei será assim tão complicado? Há pessoas que só falam maravilhas e nunca ninguém me disse que há uma parte menos bonita. Pois bem mas há. Aqueles dias de subida do leite, de calor infernal, de sensibilidade extrema, de dores, de ter que dar de mamar mesmo que pareça estar tudo a arder, são uma realidade e parecem intermináveis. E é impossível não perceber que está a acontecer :)
Mas passa. Sim, pode não parecer, mas passa rápido. E a parte bonita, de amor, de olhos nos olhos e tudo uma fofura vem e a dor deixa de existir. É mesmo uma questão de não desistir. Pelo menos comigo foi assim, não quis desisitir, acreditei sempre que a dor ia passar, que tinha leite suficiente e que o meu bebé estava bem. O que li nos livros também me ajudou a estar confiante e positiva.
Outro momento, que não podia deixar de falar também, de outra enfermeira (também uma benção ter ido ao nosso quarto de madrugada) que me disse que o bebé faz pausas quando está a amamentar porque ele é pequenino e não consegue estar sempre a fazer a sucção e embora pareça que adormeceu nem sempre isso é verdade. Temos de contar até 10 devagar e ver se ele volta a mamar, ou seja, não temos sempre de lhe mexer no pézinho ou qualquer outro meio para o impedir de adormecer. Às vezes ele está só a recuperar o fôlego :) e eu achei maravilhoso saber isso. Apartir desse momento dava tempo ao meu bebé e ele lá voltava a mamar, sempre de olhinhos fechados mas não estava a dormir :) coisa mais querida.
E foi assim a minha experiência. E a vossa? Correu tudo bem? Futuras mamãs têm receios? Nada temam. Vocês e o vosso bebé juntos conseguem tudo :)

quinta-feira, 2 de março de 2017

Desabafo sobre maus colegas :(

No trabalho encontramos de tudo.
Bons, muito bons, maus e muito maus colegas. Mas eu não entendo o porquê de alguém ser um mau colega. Quando se trabalha em equipa, mesmo nos casos em que 90% do trabalho é individual, os outros 10% são em equipa, logo devíamos todos ter a mesma postura e tentar trabalhar bem em nome de um resultado positivo e bom para todos. Mas não. Não é assim que pensam os maus colegas e os muito maus nem sabem o que isso é :/
E isso desanima. Desanima porque dá vontade de não trabalhar com essas pessoas. Dá vontade de dizer "ora bem como tu não vais mudar então mudo eu" e a solução muitas vezes passa por mudar mesmo. Não digo de emprego (porque encontrar outro não é fácil) mas mudar de alguma forma de tarefas e sobretudo de colegas (nos casos em que isso é possível). Nos casos em que não é possível nem imagino como se supera essas dificuldades.
E o que faz um mau colega? Tenta passar por cima de ti, mostrar-se a todo custo, mesmo que isso implique rebaixar alguém e vai fazê-lo sem qualquer peso na consciência. Se o chefe está presente o mau colega até dá pulinhos porque vai realçar aquilo que fez, não através do seu trabalho ou do seu talento, mas sim através de um erro ou má decisão de outro colega. O mau colega adora isto.
E porquê? Porque não consegue mais. Mas será que um dia alguém lhe paga na mesma moeda? Não. Há casos em que nunca chegam a sentir na pele o que fazem os outros sentir. E é triste. É sobretudo muito triste.

quarta-feira, 1 de março de 2017

Mães trabalhadoras e Fit por aí?

Ser mãe e trabalhar não é só complicado pela parte de ter de deixar o bebé no infantário ou com os avós e desaparecer umas 8h :( também é complicado porque quando se quer fazer alguma coisa tipo...exercício físico...parece que não há nenhum tempo disponível e isso desmotiva :(
Ter motivação para ir a um ginásio já é o que é, mas com esta falta de tempo, porque todo o tempo livre se quer aproveitar com o bebé, fica ainda mais difícil!!
Digam-me como fazem. Que é como quem diz conselhos precisam-se :)
Conseguem ir ao ginásio?
Correm na rua?
Vão numa hora em que o bebé ainda está no infantário?
Deixam com os avós?
Deixam com o pai?
Fazem exercício só com os olhos? (este pratico bastante ah ah ah).
As alternativas parecem muitas, mas vai-se a ver e meia dúzia delas não são fáceis de gerir.
E qual é o resultado? Ser mãe trabalhadora não Fit :D

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

This is us - a série que faltava!

Ora bem se há por aí alguém à procura de uma nova série para seguir aconselho a série This is us.
Que série tão boa. Tão mas tão boa que ainda só vi dois episódios e já me agarrou completamente.
É sobre família, amor, filhos, auto-estima, realização profissional, casamento, enfim, é no fundo e resumindo, sobre pessoas.
Em dois episódios apenas encontramos tudo isto que falei atrás e muito mais. A sequência das cenas é maravilhosa, como tudo acontece e nos surpreende é mesmo para nos agarrar à história. Estou a adorar, e tendo em conta que a meio da primeira temporada a série foi renovada por mais duas temporadas, imagino que seja sempre a melhorar a cada episódio. Não tem como falhar.
Vejam e digam de vossa justiça.
Vão de certeza ficar rendidos ;-)



segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Quando as segundas também afetam os nossos filhos :(

É tão difícil ver o nosso filho triste por ficar no infantário a uma segunda-feira :(
Era mais fácil quando ele não percebia e ia sempre com um sorriso pronto. Agora percebe que esteve dois dias inteirinhos com os pais e já não é a mesma coisa ficar no infantário à segunda-feira. Já não quer, já não sorri e pelo contrário até chora :( e eu fico com o coração apertadinho e lágrimas nos olhos por ter de o deixar :'(
É nestes momentos que nos apetece ficar em casa com o nosso bebé. Largar o trabalho sem pensar. Mas não pode ser.
Custa ir trabalhar com o coração nas mãos. Mas tem de ser.
Tem de ser :(




sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Adorei o estado de Grávida

Dizem que estar grávida é um estado de graça e eu posso dizer que foi exactamente essa a minha experiência. Foi mesmo um estado de graça pleno para mim.
Adorei todos os momentos, não tive sintomas que me fizessem estar mais em baixo ou a sentir-me doente, não tive nada disso. Sei que fui uma sortuda porque há mães que não tiveram a mesma sorte. Mas eu não sei o que é vomitar na gravidez ou ficar enjoada. Não enjoei de comida nenhuma e tudo que comia me sabia bem.
Achei uma verdadeira benção sentir o bebé mexer na barriga. É uma sensação única e da qual tenho algumas saudades confesso. Uns dias depois do meu bebé nascer parecia que de vez em quando ainda sentia alguma coisa a mexer dentro de mim :)
Não sei se uma segunda gravidez será igual ou se será completamente diferente, mas tenho muita certeza que quero novamente. Só não tenho saudades da ansiedade que sentia, do receio de algo correr mal e que me fazia não estar tranquila a 100%. Mas acho que isso faz parte.
Hoje deu-me saudades dessa fase, embora a fase de ter o nosso bebé juntinho a nós seja ainda mais maravilhosa, mas de vez em quando bate uma nostalgia.
Não fosse o facto de a vida já ser uma loucura com um filho e com dois imagino o caos completo, era já amanhã :)
E por aí? Sentem o mesmo?

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

O Primeiro Carnaval

O meu menino vai ter a sua primeira festinha de carnaval e para mim é inevitável pensar em como era na minha infância.
Lembro-me de adorar o carnaval. Eu e o meu irmão ficavamos num delírio com tudo. Eram as serpentinas, eram os disfarces, eram os confetis, era tudo maravilhoso.
Apesar de ser uma altura onde não havia abundância de dinheiro e os nossos pais terem muitas vezes de recorrer a algo que houvesse em casa para fazer os disfarces nós adoravamos sempre. Mas umas serpentinas havia sempre :)
Claro que sendo bebé o meu filho ainda não percebe, mas quero muito que ele goste desta altura como eu gostei. Em adulta nunca tive um particular gosto pelo carnaval, posso dizer até, que nunca gostei da versão adulta da coisa. Mas da versão da infância gosto e acho tudo de bom :)


terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Lion (outro nomeado ao óscar de melhor filme)

Este fim de semana vi o filme Lion e de um modo geral gostei, embora claro, seja sobre um assunto sensível e muito triste.
Mas pensando apenas no filme, realização, actores e nomeação ao óscar de melhor filme, fiquei um pouco desiludida.
Notei uma grande disparidade e separação no filme, ou seja, existem dois momentos mas um bem melhor do que o outro. Por um lado temos a personagem principal em criança e depois já adulta 20 anos mais tarde. Até aí tudo bem, é algo que já se viu em muitos outros filmes. Mas neste caso em particular desilude um pouco porque quase não dá para sentir empatia pela personagem já adulta, interpretada pelo Dev Patel, porque a passagem é muito brusca e parece que se trata de uma pessoa totalmente diferente e não aquele menino pelo qual nos afeiçoamos no início do filme.
Mas fora isso é um filme intenso, principalmente a primeira metade, e angustiante. Pensar que algo assim acontece diariamente a muitas crianças é imensamente triste :(
É um filme que nos toca e que dá que pensar.




quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

“O Amor Acontece” vai ter uma sequela :D

Quando vi a notícia que o filme "Love Actually" ou "O Amor Acontece" vai ter uma sequela fiquei mesmo contente :D mesmo sendo uma sequela de 10 minutos apenas.
Quando comecei o meu blogue, lembro-me perfeitamente, que o meu segundo post foi exatamente sobre este filme (post aqui) e quase 7 anos depois posso afirmar que penso a mesma coisa sobre o filme. Continua muito atual, continua a retratar o amor em toda a sua essência e continua a fazer-nos sonhar que o amor perfeito existe e pode ser encontrado em qualquer pessoa ou lugar.
Já vi o filme solteira, já vi com namorado, já vi casada, já vi sem filho e já vi com filho (sim já vi umas quantas vezes :D) e de todas as vezes vejo-me retratada nele, reconheço o amor em cada fase, em cada casal que o filme retrata e noutros que poderiam também ser retratados lá, porque de facto o amor é complexo e pode ser representado ainda de mais formas. E só por isso acho que já valia a pena haver uma sequela.
E tenho muita curiosidade em saber como estarão aquelas personagens. O que aconteceu com elas? Os atores estão quase todos confirmados o que faz desta sequela algo realmente imperdível. Estou ansiosa por ver.
Tenho pena que um dos atores já tenha falecido (Alan Rickman), talvez lhe façam uma homenagem, mas a vida é mesmo assim.
Também gostam deste filme como eu? :D



Fundação Thorn - protege crianças de escravatura sexual

Vi esta notícia e fiquei emocionada.
Não só pela emoção do Ashton Kutcher (que é co-fundador desta fundação) mas também pela causa em si. É absolutamente horrível saber que isto existe. Parecemos estar num mundo muito evoluído mas infelizmente não estamos. Há quem esteja muito lá trás.  Mas por outro lado, é bom saber que há pessoas que se preocupam e realmente levam os assuntos que interessam discutir a debate. Parece que esta fundação já ajudou a detetar cerca de 6 mil vítimas em apenas 6 meses. Esperemos que continue a ajudar e a contribuir para que isto deixe de ser uma realidade.
:'(

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

As 50 sombras mais negras...ou escuritas vá

Estava até com alguma expectativa em relação ao segundo filme que tanto deu que falar quando surgiu o primeiro. Mas a verdade é que não achei nada demais, achei até de menos :/ em vez de sombras negras vimos umas sombritas mais escuras. Mas só.
Até ao intervalo aquilo que eu pensava era que estava a ser uma seca e já estava a chorar o dinheiro que dei pelo bilhete. Depois na segunda parte melhorou qualquer coisa mas ainda assim não foi um filme marcante, muito menos marcante que o primeiro, e esse já não tinha sido por aí além.
O que me pareceu é que o ator tinha perdido a personagem. Aquele não era o Christian Grey do primeiro filme. Depois percebi que talvez fosse essa a intenção, mostrar o outro lado, as tais sombras. Mas foi fraquinho. Acredito que haja quem tenha gostado e não tenho nada contra, mas eu confesso que estava à espera que fosse um pouco melhor.
Agora percebo aquilo que quem leu os livros diz. Dizem que não é uma boa leitura e muito menos uma boa literatura (quanto a isso não sei porque não li). Mas as voltas que a autora deu na história não são boas. Acho que ela teve uma boa ideia mas não a conseguiu concretizar.



quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Melhor coisa do mundo

Quando o nosso bebé nos dá aquele abraço apertado.
Quando nos dá aquele beijinho que só ele sabe dar e que é um misto de ferradela e lambidela.
Quando se põe em pé pela primeira vez no berço a olhar para nós como quem diz "o próximo passo vai ser conseguir sair daqui".
Quando abre aquele sorriso lindo quando nos vê chegar.
Quando faz aquele sorriso malandro (também lindo) por estarmos a pegar com ele.
Quando solta umas gargalhadas contagiantes por estarmos a dizer uma palavra que ele considera muito engraçada.
E a lista continuava porque a melhor coisa do mundo é ver o nosso filho tão feliz.
Amo-te bebé.



terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Arrival (um dos filmes nomeados)

Não sei se foi de mim, se eu não estava com o espírito para aí virado ou se estou certa, mas não gostei deste filme.
Gosto dos atores, Amy Adams e Jeremy Renner, e pareceu-me uma ideia interessante de início. Depois começei a achar que era um pouco mais do mesmo, dentro deste género de filme, pois não trazia nada de novo. Relata uma tentativa de contacto dos aliens com o nosso planeta, através de uma linguagem muito diferente e que não se percebe nada. Mas os protagonistas estão lá para ver se entendem. Começam a entender-se por desenhos. Mas de repente e do nada os protagonistas já sabem tudo o que os aliens querem dizer...e estes por sua vez já percebem inglês pois deixa de ser necessário recorrer a desenhos. Oi? Como assim? Pois é. Existe uma suposta aprendizagem de parte a parte mas é tão rápida que passa despercebida. É assim e mais nada.
Sendo um nomeado para o óscar de melhor filme fiquei surpreendida pois regra geral gosto sempre dos filmes nomeados e consigo sempre perceber quais as razões, ou algumas vá, para a nomeação. Mas no caso deste Arrival não consigo perceber.


segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Dos chefes que não deviam ser chefes

Hoje não estou 100% e portanto vou desabafar um pouco.
Há pessoas que, por vários motivos (justos e outras vezes nem tanto), são chefes mas que não deviam ser. Não deviam ser porque simplesmente não têm capacidade para o serem. Falta-lhes uma componente muito importante que é saber gerir recursos humanos.
Estes recursos que por acaso são Humanos, como o próprio nome indica, são recursos que não podem ser utilizados todos da mesma forma, nem podem ser avaliados (palavra que estes chefes tanto adoram) todos da mesma forma e porquê? Porque as pessoas não são todas iguais. Ora isto parece óbvio mas a verdade é que há pessoas que desconhecem esta verdade que afinal não é assim tão absoluta.
Há chefes que não têm a sensibilidade de perceber o que está à sua frente, às vezes está tão à frente que enerva, e que por esse motivo erram no julgamento, na avaliação e no tratamento dessa pessoa. Acho muito mau e acho que devia ser obrigatório uma formação de vez em quando sobre como lidar com pessoas...quando 99% do trabalho destes chefes...é...imagine-se trabalhar com pessoas.
E tenho dito.
 

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Eu não sabia (16#): Mila e Ashton

Que a Mila Kunis e o Ashton Kutcher são um casal. E que casal :)
Confesso que desde que vi o filme Ted que a Mila Kunis não me tem sido indiferente. Gosto bastante de a ver nos filmes. Acho que ela, para além de linda de morrer, parece ser um doce de pessoa. É daquelas pessoas que apetece ter como amiga.. E como atriz também não fica atrás.
Já o Ashton Kutcher não o acho lindo de morrer mas tem definitivamente muito charme. E é muito engraçado. Portanto acho que está aqui um bom par e espero que sejam muito felizes junto com os seus rebentos (penso que já têm dois filhos :)).



quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

La La Land é Maravilhoso

É mesmo um filme maravilhoso daqueles que nos enche a alma. Não é apenas uma história de amor ou um romance como tantos outros. E muito menos é um musical como outros que também já se viu.
O La La Land é mais do que isso. É um filme que passa uma mensagem e que nos deixa colados à história e rendidos às personagens.
Podia dizer tanta coisa mas não quero "roubar" o momento a quem ainda não viu. Tem de ser visto antes de ser contado por alguém. Vejam e reflitam. Depois contem (a quem quiser ouvir) e comentem. Mas acreditem que precisam de uns momentos para voçês para refletirem e aceitarem, digamos assim, o filme e a mensagem que transmite.
E os atores? Podiam ser outros? Podiam. Mas eu tenho a convicção que não seria (mesmo) a mesma coisa. 
Por um lado temos uma Emma Stone que eu adoro e que está fantástica. Faz-nos adorar cada minuto do filme. Ela tem uma expressão e uma facilidade em passar emoções que é impressionante.
E por outro lado temos um Ryan Gosling, que no meu entender, finalmente acertou no tipo de filme e personagem que deve investir. Acho que aquela faceta inicial da personagem lhe assenta muito bem. Eu imagino-o sempre no papel do bad boy ou do rapaz convencido e neste filme ele não é nada disso. Adorei vê-lo nesta personagem.
vejam o filme. E não deixem que o facto de ser musical (e caso não gostem desse estilo) vos afete a decisão de o ver. Porque vão adorar acreditem :)